TÓPICOS

Duas propostas de inovação na prática da Educação Ambiental

Duas propostas de inovação na prática da Educação Ambiental

Pela Lic. Diana Durán

Este artigo aborda duas formas simples, mas inovadoras na prática da Educação Ambiental. Ambas as práticas advêm da aplicação de novas tecnologias e propostas comunicacionais de ensino.

"Webquest" e uso de imagens

Este artigo aborda duas formas simples, mas inovadoras na prática da Educação Ambiental. Ambas as práticas - a “webquest” e o uso de imagens - advêm da aplicação de novas tecnologias e propostas comunicacionais para o ensino de conteúdos significativos em sala de aula.

A - Uma proposta "anti-cópia"

A “webquest” é uma experiência de aprendizagem que visa evitar o tradicional “copy paste”, ou fórmula utilizada pelos alunos e muitas vezes aceite pelos professores, para trabalhar com as informações recolhidas na WWW. Propomos com o exemplo simples que se segue mostrar como é possível fazer com que os alunos trabalhem na gestão da informação e transformá-la através da promoção da investigação e do pensamento crítico, além da utilização das TIC.

Vamos preservar os solos do nosso país através da participação dos cidadãos

Atividade pelo Segundo Ano do Polimodal - Geografia da Argentina e MERCOSUL


A Argentina há muito é considerada "o celeiro do mundo" por sua capacidade de fornecer à sua população e ao mundo alimentos derivados da agricultura e da pecuária. No entanto, atualmente, a base dessa produção está em perigo devido ao mau uso dos solos que tem levado à erosão de 20% das terras com potencial agrícola em nosso país.

Uma questão significativa surge então para o desenvolvimento da Argentina:

A capacidade agrícola de nosso país está ameaçada pela erosão do solo?

Lição de casa para alunos

Você faz parte de uma organização ambientalista denominada "Guardiães da Terra" que se ocupa de trabalhar pela solução dos problemas mais graves que afetam a relação entre a sociedade e a natureza no espaço geográfico argentino.

Perante a situação de progressão da erosão do solo, pensará em realizar uma campanha de sensibilização ambiental na sua comunidade para promover a sensibilização da população rural e dos demais atores sociais intervenientes.

Proponho que trabalhem em grupos para coletar, interpretar e sistematizar informações de diferentes páginas da WWW e realizar um fórum comunitário com a participação dos principais atores sociais de sua comunidade. Com essas informações, vocês poderão ser os moderadores deste Fórum em que será discutida a questão da erosão do solo em relação ao processo de agriculturalização. Para isso me proponho a conhecer a relevância do solo como recurso natural e os processos erosivos que sofre em nosso país.

Processo

1) Com a ajuda do professor, formem quatro grupos que cuidarão de: estudar o tema do solo como recurso natural e o problema da erosão do solo na Argentina.

2) Visite os seguintes sites para aprender sobre o solo como um subsistema de ecossistemas terrestres.

Grupos 1 e 2:

A partir do reconhecimento deste site identifique as funções

solo vital para o nosso planeta e as mudanças devido ao

intervenção humana. Crie um texto com esta informação.

Grupos 3 e 4:

Depois de examinar o site a seguir, copie e analise o gráfico do horizonte do solo. Faça um breve relatório no gráfico.

3) Os grupos 1 e 2 visitarão o seguinte local para compreender e desenvolver uma síntese escrita sobre os problemas de erosão do solo. http://suelos.ecoportal.net/contente/temas_especiales/suelos/los_problemas_de_degradar_el_suelo

4) Os grupos 3 e 4 visitarão o site a seguir para indagar sobre o processo de agriculturalização e seus impactos ambientais, principalmente sobre o solo, e para preparar um documento síntese sobre o assunto.

5) Todos os grupos visitarão o seguinte site para aprender a coletar informações cartográficas sobre a localização dos solos e problemas de erosão na Argentina.

Identifique e baixe em arquivo gráfico os mapas da erosão eólica e hídrica na Argentina e identifique as áreas geográficas afetadas. Encontre sua cidade em uma cópia impressa desses mapas. É importante que eles descubram se este assentamento humano está em uma área de solos erodidos.

6) Para encerrar o Fórum Participativo será realizado na data indicada pelo docente:

- Os grupos 1 e 2 irão preparar brochuras para convocar a população da cidade para um Fórum Participativo sobre o problema dos solos na área de influência agrícola. Não se esqueça de incluir nestas brochuras um gráfico sobre a estrutura do solo e mapas sobre a erosão do solo no nosso país. Esses grupos atuarão como moderadores do Fórum.

- Os grupos 3 e 4 receberão essas brochuras e atuarão como atores sociais envolvidos no Fórum Participativo.

Recursos
Para obter mais informações, você pode visitar as seguintes páginas:

http://www.inta.gov.ar/suelos/inst/presentacion.htm (Instituto de Solos do INTA - Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária)

http://www.vidasilvestre.org.ar/servinfo/Libro-SAA2005/uso-y-deg-del-suelo.pdf (Fundación Vida Silvestre)

Avaliação

Os seguintes critérios de avaliação serão considerados

Excelente experienciaBoa experienciaExperiência com pouco desenvolvimento
Participação colaborativa com o grupo, e responsável.Pouca participação.Participação nula.
Excelente investigação do problemaBoa investigação do problema.Toda a investigação solicitada sobre o problema não foi possível.
Excelente preparação das brochuras para o fórumBoa preparação de brochuras para o Fórum.Preparação deficiente de brochuras para o Fórum.
Excelente participação no FórumBoa participação no fórumBaixa participação no Fórum.
Conclusão

É chegado o momento de partilhar as suas conclusões sobre os trabalhos realizados sobre: ​​a importância do solo como recurso natural, os problemas de erosão e as soluções alternativas.

- Quais foram os resultados do Fórum Participativo?

- A que conclusões você chegou individualmente como resultado de todo o processo de realização dessa experiência?

Você pode continuar investigando os problemas ambientais relacionados aos recursos naturais renováveis, como água, flora ou fauna no site do Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável:

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B- Outra proposta relacionada à comunicação e uso de imagens

Catástrofes não avisam

Espaço curricular: Geografia Mundial - Curso: 1º. Ano Polimodal

Classe

Objetivos:

Que o aluno consegue:

- Conhecer os riscos naturais, seus efeitos humanos e possibilidades de prevenção.

- Identificar as diferenças entre os diferentes riscos, analisando seus parâmetros.

- Promover a consciência ambiental e despertar atitudes solidárias.

- Analisar imagens e textos com objetividade e profundidade.

Conteúdo:

Conceptual:

- Risco natural, ameaça, vulnerabilidade, catástrofe, impacto ambiental, parâmetros de risco, atmosfera, litosfera, hidrosfera, classificação de riscos.

Processual:

- Utilização da imagem jornalística e geográfica para promover a compreensão da informação e investigação crítica.

- Seleção, registro e interpretação de informações geográficas de diferentes fontes.

Atitudinal:

- Avaliação da importância dos riscos naturais e sua prevenção.

- Realização de atitudes de solidariedade diante das consequências humanas dos desastres naturais.

Atividades

De começo

Os alunos serão apresentados a uma série de imagens fotográficas, cartográficas e de satélite que lhes permitirão reconhecer alguns dos diferentes perigos naturais e as suas características geográficas (localização, origem nas diferentes esferas da Terra, parâmetros de risco). Por sua vez, serão feitas perguntas que permitem a reflexão crítica sobre tais imagens e será proposta a busca e interpretação de informações sobre o assunto.


Que sentimentos essa imagem desperta em você?

Furacão Emily - 2007


E se você olhar dessa maneira?

Furacão Rita sobre o Golfo do México


Terremoto de San Juan - 1944

Com base na natureza histórica desta imagem, os alunos serão solicitados a pesquisar informações atuais por meio de imagens e artigos de jornal sobre terremotos.


Cartografia sobre a localização de terremotos em Argentina

A partir do mapa, os alunos desenvolverão correlações sobre a localização geográfica dos epicentros do terremoto e as populações humanas possivelmente afetadas.

De desenvolvimento

Os alunos serão solicitados a ler o seguinte texto de apoio sobre riscos naturais.

Os desastres naturais não avisam, talvez seja o slogan mais claro que podemos expressar diante da ocorrência de desastres que, embora sejam de origem natural, se agravam quando prevalece a imprevisibilidade humana diante dos riscos ambientais. Quando os números de vítimas e danos produzidos nos países do Primeiro Mundo são comparados aos dos países subdesenvolvidos, é notável notar as discrepâncias. Prevenir os riscos de um furacão na Flórida (Estados Unidos da América do Norte) permite que uma cidade como Miami evacue 1.000.000 de pessoas, com a ostensiva mitigação dos danos, enquanto o tsunami produziu no Sul e Sudeste Asiático em dezembro de 2004, milhares de vítimas.

Em sentido amplo, risco ambiental refere-se à influência ou transformações que o meio ambiente humano pode sofrer devido ao funcionamento do meio natural, por meio de processos geológicos, geomorfológicos, climáticos, hídricos e biológicos.

É necessário diferenciar risco ambiental de catástrofe ou desastre que resulta da efetiva ocorrência do fenômeno quando produz consequências que afetam, por exemplo:

• densas populações humanas, como no caso de enchentes e ciclones em áreas de monções ou terremotos no Anel de Fogo do Pacífico;

• grandes áreas geográficas, como a seca do Sahel na África;

• consequências econômicas graves, como inundações e secas na planície chaco-pampeana.

É importante diferenciar o conceito de risco daquele de impacto ambiental. Estes últimos referem-se à influência negativa de obras ou atividades humanas sobre o meio ambiente natural e humano (poluição ambiental, desmatamento, desertificação, chuva ácida, diminuição da camada de ozônio, entre outros).

Tipos de perigos naturais

Os riscos naturais podem ser classificados de acordo com a esfera da Terra de onde se originam, conforme mostrado na tabela a seguir.


Parâmetros de risco

A análise dos riscos ambientais inclui os parâmetros que regulam o funcionamento do processo natural que os origina. Inclui:

- Agentes: são os fatores que dão origem ao risco ambiental. São exógenos (biológicos, climáticos, hídricos) ou endógenos (geológicos).

- Frequência: períodos de retorno, periodicidade ou recorrência do risco.

- Duração: duração do fenômeno, de alguns minutos, como um terremoto, a meses ou anos, como uma seca.

- Área de risco: é o espaço geográfico potencialmente afetado.

- Intensidade: é a medida dos efeitos do fenômeno nos ecossistemas, na paisagem, na população, nas atividades e nas obras humanas. A magnitude do fenômeno é expressa em unidades diferentes (vazão em m3 por segundo do transbordamento de um rio, extensão da área de uma seca ou escala de um terremoto, entre outros).

- Velocidade de ataque: é o tempo decorrido no qual o fenômeno começa até sua atividade máxima. Terremotos, por exemplo, têm grande velocidade; enquanto as secas são lentas.

- Difusão espacial: combina a velocidade de chegada com a extensão máxima de área atingida pelo fenômeno. Por exemplo, o caso de uma epidemia que pode ter ampla difusão espacial.

Ø A partir desta leitura os alunos poderão rever as imagens e aplicar os conceitos apreendidos no texto de apoio.

Ø Por fim, os alunos serão convidados a ler o seguinte artigo de jornal para aprofundar o tema da prevenção de desastres naturais e evitar uma perspectiva negativa sobre o tema proposto.

Haverá um sistema global de alerta para desastres naturais

Anunciou a ONU na conferência realizada na cidade japonesa de Kobe; eles ainda têm que decidir que tipo de estrutura terá

KOBE, Japão.- As Nações Unidas anunciaram sua decisão de criar um sistema global de alerta para desastres naturais, na conferência realizada na cidade japonesa de Kobe, dedicada ao estudo deste tipo de problema.

No entanto, essa decisão deve ser finalizada após a chuva de propostas recebidas em função do tsunami no Sudeste Asiático, em 26 de dezembro, que deixou cerca de 170 mil mortos. Especialistas da Conferência Mundial de Prevenção de Desastres, que acontece em Kobe (oeste do Japão), que reúne instituições como a Organização Meteorológica Mundial e a UNESCO, se manifestaram a favor de um sistema de alerta precoce para reduzir o impacto dos desastres, de forma declaração conjunta. "Este novo programa proporcionará segurança e paz de espírito. Milhões de pessoas em todo o mundo devem suas vidas e meios de subsistência a sistemas de alerta eficazes", disse Salvano Briceno, diretor da agência da ONU para o desenvolvimento de estratégias para redução de desastres naturais
"Está ficando cada vez mais claro que precisamos de um sistema de alerta precoce para vários desastres, que deve representar uma nova maneira de pensar", disse Klaus Töepfer, diretor do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Agora temos muitas propostas descoordenadas dos países. O que precisamos é coordená-los ", disse à imprensa Patricio Bernal, diretor da Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO. Bernal indicou que seu grupo quer organizar duas conferências nos próximos dois meses, uma das quais será em Paris em março. Espere. que essas reuniões permitam a determinação do tipo de tecnologia a ser utilizada, embora a decisão possa ser adotada em reunião de sua comissão em julho, para que o sistema possa estar operacional em meados de maio de 2006.
A conferência de Kobe estabeleceu um cronograma de metas para a década de 2005-2015 para reduzir os riscos de desastres naturais, e o subsecretário-geral das Nações Unidas para Assuntos Humanitários, Jan Egeland, instou os países a estabelecer um programa mais rápido.
Alguns diplomatas destacaram que os países do sudeste asiático atingidos pelo tsunami de 26 de dezembro foram os menos representados, e muitos enviaram delegados no último minuto (...)
Fonte: Clarín. 19 de janeiro de 2006.

Fechando

Após a partilha do texto anterior, os alunos serão convidados a analisar as seguintes imagens para que possam tirar conclusões sobre a diversidade sociocultural do problema dos riscos naturais.


População de Miami em busca de água após o furacão Vilma


Morador desolado da América Central em frente à sua casa destruída pelo furacão

A pergunta a ser feita aos alunos é:

- Quais são as diferenças entre as consequências dos desastres naturais em países desenvolvidos e subdesenvolvidos?

- Sugere-se que os alunos continuem investigando o tema da prevenção na seguinte página WEB: http://www.segemar.gov.ar, da SEGEMAR, o Serviço Geológico de Mineração da Argentina que trata da prevenção de riscos em nosso país.

Uso de imagem

No início desta atividade, foi proposta a análise de duas imagens de um furacão; um dos quais pode ser falsamente interpretado como resultado do belo aspecto que o fenômeno climático apresenta visto de satélite se não se sabe o que é - pela epígrafe - ou pelo conhecimento prévio do evento. Em relação a este tópico, estaríamos abordando a questão da "armadilha da imagem" que consiste em ser negado como signo, em parecer a própria coisa quando na realidade é um signo, uma representação da realidade. E como qualquer representação: tem um emissor, que coloca sua subjetividade, seu ponto de vista (neste caso o professor que tenta mostrar a força da natureza e, por sua vez, seu risco). A primeira imagem do furacão representa uma parte do objeto e deixa outra parte sem representação, que é a forma completa do furacão.

A imagem se enquadra na categoria de ícone. Fotografias, desenhos, diagramas, mapas, por exemplo, são ícones porque representam seu referente por semelhança. Analisar as conotações e observar a relação texto-imagem são alguns dos meios para analisar fotografias, desenhos e todo o tipo de gráficos. Por isso, nas demais imagens da atividade, essa relação texto-imagem se estabelece por meio dos títulos.

No caso da atividade de encerramento, o papel do professor é estimular o aluno a perceber o fortes significados sociais que aparecem nos ícones porque são um espaço onde são reveladas questões sociais muito básicas (por exemplo: os efeitos sociais dos perigos naturais). Nessa aula, torna-se relevante a função referencial da imagem, sua localização contextual que se refere ao significado denotativo dos objetos e sua relação com o ambiente.

Também é relevante, em relação ao ensino de geografia, a análise da imagem como crítica social. Os significados sociais que aparecem nos ícones porque: as imagens são um espaço onde se revelam questões sociais muito básicas, por exemplo, neste caso, o carácter eminentemente social da prevenção de riscos naturais.

Em síntese, podemos afirmar que cartografia, gráficos e diagramas possuem alto componente de convencionalidade e, portanto, são imagens com valor simbólico.

No caso das imagens apresentadas, o texto também funciona complementando a imagem, caso que Barthes ** identificou como função de retransmissão. Na Geografia, esta função é imprescindível e promove a análise e interpretação crítica dos fenómenos e processos estudados.

Exemplos de tipos de textos usados

Ex 1: Texto descritivo (aqueles usados ​​para descrever o fenômeno em estudo, os riscos e nas legendas das fotografias).

“Em sentido amplo, risco ambiental refere-se à influência ou transformações que o meio ambiente humano pode sofrer em função do funcionamento do meio natural, por meio de processos geológicos, geomorfológicos, climáticos, hídricos e biológicos.”

Ex 2: Texto argumentativo (também usado no texto introdutório e no artigo de jornal)

“As catástrofes naturais não avisam, talvez seja o slogan mais claro que podemos expressar diante dos desastres. Conseqüentemente, embora sejam de origem natural, são agravados quando prevalece a imprevisibilidade humana frente aos riscos ambientais ”.

Esquema comunicativo

Elementos Quem quem Problemas?
TransmissorProfessor. Alunos. Jornalistas. Fotógrafos

A falta de coincidência entre as competências linguísticas, paralinguísticas e culturais dos emissores e receptores.

ReceptorAlunos. Professor. Leitores
CódigoLinguístico - paralinguísticoDificuldades no uso de códigos, principalmente em alunos Polimodais.
mensagemTextos, imagens. Comunicação verbal (oral e escrita) e não verbal.Falta de adequação das mensagens às características dos destinatários.
CanalEscrito e oralInterferências externas que dificultam a comunicação (problemas com trabalho em grupo ou indisciplina dos alunos).
ReferrerRiscos naturais e sua prevenção.Desinteresse pelo assunto - Pouco conhecimento prévio dos alunos.

Bibliografia

Duran, Diana. (1998) The ambiental Argentina. Natureza e sociedade. Local editorial. Bons ares.

Educar. Comunicação, sociedade e educação. Conceitos e debates. Módulo I. Comunicação. Primeira parte.

Educar. Módulo II. Análise de imagem.

Secretário de meio ambiente e saúde.http://www.ambiente.gov.ar/?aplicacion=mapoteca&idseccion=76&IdApli=2

* Graduação em Geografia - Universidad del Salvador - [email protected]

** Barthes, Roland. (1976) A retórica da imagem. Editorial Lumen.


Vídeo: Live - Pesquisa e inovação na Amazônia: desafios e perspectivas (Setembro 2021).