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Networking para uma América Latina livre de OGM

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Este artigo faz um tour pelo nascimento, evolução e realizações da Rede por uma América Latina Livre de Transgênicos (RALLT); uma rede de espaço de coordenação regional para apoiar organizações que enfrentam a expansão de culturas transgênicas.

A RALLT aborda o problema das culturas transgênicas de várias perspectivas, incluindo os impactos à saúde que geram, a perda de biodiversidade, a dependência criada pela aplicação dos direitos de propriedade intelectual sobre as sementes. Este artigo faz um relato histórico político de como e por que a RALLT nasceu. Analisa também como se construiu sua identidade como rede latino-americana, na qual é necessário estabelecer diálogos entre seus integrantes e com outros atores, como se desenvolvem e constroem espaços de solidariedade e se faz uma recontagem dos grandes temas de. a quem trabalhou ao longo dos anos e identifica os novos brincos.

Embora as redes internacionais de apoio à sociedade tenham surgido no século 19, em apoio ao fim da escravidão nos Estados Unidos e, posteriormente, ao movimento sufragista inglês, elas foram gestadas, proliferaram e cresceram em complexidade e profissionalismo no início dos anos 1960 (Keck e Sikkin 1998).

Em particular, na América Latina as redes ambientais que atuam em áreas temáticas especializadas em apoio a organizações nacionais e locais em suas demandas específicas, são fortalecidas a partir da Rio 92. Keck e Sikkink (1998, 12) argumentam que as redes internacionais geralmente têm a capacidade para mover informações oportunas, de forma eficaz e com alta credibilidade, a fim de ter o impacto desejado na mídia.

Keck e Sikkinik (1998) também falam de sua capacidade de invocar símbolos, ações ou histórias que dão sentido a uma situação ou reivindicação, para um público que muitas vezes está distante, e que em certas situações são atores poderosos que têm a capacidade de agir e / ou influenciar uma política ou princípios. Atualmente, embora haja muitas informações sobre quase todos os temas, as redes facilitam os processos de mediação e interpretação pedagógica sobre temas complexos, cujas informações podem ser apresentadas de forma muito enigmática, enviesada ou errada. Em questões complexas, como organismos transgênicos ou novas tecnologias, esses processos de mediação são essenciais. Mas as redes atuam como fontes alternativas de informação, especialmente em comparação com as versões oficiais ou geradas pela indústria (Keck e Sikkin 1998, 7).

Fonte: RAP-AL Uruguai Boletim 136 - outubro 2017

Baixe o documento (PDF) abaixo:


Vídeo: Separating Facts From Fake News (Junho 2022).


Comentários:

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