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FAO alerta LA sobre as graves consequências da redução das chuvas

FAO alerta LA sobre as graves consequências da redução das chuvas


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Estima-se que a redução das chuvas será de 22% no Nordeste do Brasil e um aumento de 25% na parte sudeste do subcontinente.

De acordo com o estudo, as mudanças climáticas podem prejudicar a estabilidade da segurança alimentar devido à maior incerteza quanto ao desempenho produtivo das atividades agrícolas, à renda familiar e aos preços dos alimentos.

Cientes do risco, quase todos os países da região ratificaram o Acordo de Paris, que entrará em vigor no dia 4 de novembro. Além disso, os governos estão trabalhando para estabelecer estratégias abrangentes de combate à fome no âmbito da adaptação às mudanças climáticas, como o Plano 2025 de Segurança Alimentar, Nutrição e Erradicação da Fome da Comunidade de Estados da América Latina e do Caribe.

Como isso afetará a agricultura e a pecuária

Nas zonas temperadas, a produtividade da soja, do trigo e das pastagens aumentará, o aumento da seca dos solos e o estresse térmico reduziriam a produtividade nas regiões tropicais e subtropicais.

Além disso, espera-se maior salinização e desertificação nas zonas áridas do Chile e do Brasil, enquanto a agricultura de sequeiro nas zonas semi-áridas enfrentará maiores perdas de safra.

A pesca também será afetada

A FAO também prevê que a mudança climática reduzirá a produção primária de peixes no Pacífico tropical e que algumas espécies de peixes irão para o sul.

Fenômenos climáticos e seu impacto nos vários ecossistemas

O aumento da frequência de tempestades, furacões e ciclones prejudicará a aquicultura e a pesca caribenhas, as mudanças na temperatura podem alterar a fisiologia das espécies de peixes de água doce e levar à diminuição dos sistemas de recifes de coral.

Em relação às florestas, o relatório indica que na Amazônia haverá um risco maior de incêndios frequentes, perda de área de floresta e conversão dessas terras em savanas.

Na América Central, as mudanças climáticas colocarão 40% das espécies de manguezais em risco de extinção.

Com informações de:


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