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Quais são os países mais perigosos para os animais?

Quais são os países mais perigosos para os animais?


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Imagine por um momento que você é um elefante. Ou uma águia malhada. Dele, sua família, existem cada vez menos. Existem milhares de animais no planeta à beira do desaparecimento. Exatamente 3.309 espécies de mamíferos, 4.393 de aves e 7.819 de peixes, segundo dados do Banco Mundial. As descargas tóxicas, a ingestão de plásticos, a transformação de habitats naturais em áreas agrícolas e o tráfico ilegal dizimaram gravemente essas populações. Isso em relação ao reino animal, já que na planta o número de exemplares chega a 14.781, quase o dobro da citada fauna.

Espécies consideradas em perigo de extinção são aquelas que a União Internacional para a Conservação da Natureza classifica como ameaçadas, vulneráveis, exóticas, indeterminadas ou não suficientemente conhecidas. Segundo esta organização, a mais antiga do mundo dedicada à conservação dos recursos naturais, muitos outros animais que ainda não estão em perigo de extinção também estão diminuindo a um ritmo alarmante.

Mas como podemos saber quais territórios são mais perigosos? EL PAÍS produziu um infográfico interativo no qual é possível verificar em detalhes, país a país, quais são as áreas em que os animais vivem mais acuados. Você também pode clicar em cada ponto preto para saber mais sobre as várias espécies ameaçadas. Você tem que levar em consideração alguns fatores, sim. Nações extensas com ecossistemas variados, como o Brasil, valorizam mais a diversidade animal e vegetal e, portanto, em números absolutos de animais em extinção, eles se saem pior.

Na quarta-feira, 8 de junho, data em que foi celebrado o Dia Mundial dos Oceanos, a ONU fez um apelo à preservação do meio marinho e ao fim das descargas tóxicas nas águas, uma das principais causas da mortalidade animal. Só em 2015, foram lançados ao mar, em média, 25 milhões de quilos de resíduos plásticos por dia, dos quais 80% vieram do continente. Até 267 espécies teriam sido envenenadas pela ingestão de fragmentos de plástico ou teriam morrido presas nesses resíduos.

O combate aos índices de mortalidade da flora e da fauna acontece, entre outras coisas, reduzindo o consumo e reciclando com eficiência nossos resíduos, conforme afirma a ONU. A Comissão Europeia, no mesmo sentido, já adoptou um plano de promoção da economia circular, cuja máxima é a sustentabilidade na produção, consumo, design e reciclagem, de forma a que os produtos sejam reutilizados e reparados de forma a criar um ciclo de renovação contínua.

Todas as ações que esclareceriam a equação verde: menos consumo, menos lixo, menos lixo, menos poluição da natureza. E menos poluição, mais saúde e longevidade para a biosfera de nosso planeta.

Foto da capa: Para ver os infográficos completos, acesse: http://elpais.com/elpais/2016/06/08/media/1465381860_952146.html

O país


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