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Assista ao vídeo das perigosas 'bolhas' de metano aparecendo na Sibéria

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Um vídeo publicado pela mídia russa Siberian Times está circulando pelo mundo por causa do impacto de suas imagens. Nele você pode ver uma elasticidade inexplicável de uma grande porção de solo, na ilha de Belyy, um território pertencente à Rússia localizado no meio do Oceano Ártico, em frente às coisas siberianas.

Os pesquisadores Alexander Sokolov e Dorothee Ehrich foram os que realizaram "a investigação" e capturaram as imagens. Neles, eles são vistos pisando na enorme 'bolha' até que ela seja 'perfurada' e o ar saia dela, como se fosse um balão esvaziando.

No entanto, o que é terrível na notícia é que o que está vazando não é ar, mas CO2 e metano. No total, os pesquisadores contaram até 15 bolhas semelhantes na área e alertaram para o perigo de sua presença.

Mudanças climáticas, o principal responsável

As causas e processos que levam ao acúmulo de gás no solo gerando essas espécies de bolhas ainda não foram 100% determinados pelos pesquisadores. A principal hipótese até o momento é que sua origem esteja relacionada aos efeitos das mudanças climáticas.

Por quê? Porque o Ártico está registrando temperaturas mais altas do que o normal, que fazem a área degelar e ameaçam o clima da Europa e da América do Norte. O permafrost, a camada de gelo subterrânea, está derretendo na Sibéria, fazendo com que o gás metano preso no lençol freático escape e gere "bolsas de gás" como as da imagem.

Por sua vez, os cientistas afirmam que as emissões de metano do Ártico podem causar "aquecimento adicional" para o planeta.

O aparecimento dessas bolhas de gás também revelaria o mistério das crateras encontradas recentemente na Sibéria que não tinham explicação, pois agora se acredita que tenham sido criadas por um acúmulo de gases subterrâneos. Os cientistas pensam que uma concentração de metano superior a 9,5% causaria as explosões que causam as crateras.

LR21


Vídeo: Deshielo del Ártico podría ocasionar emisión de gas metano que aceleraría el calentamiento global (Pode 2022).