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Fome, ciência e ecologia política

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Por Claudio Luis Tomás

1. introdução

Na história da humanidade, o atual nível de evolução tecnológica nunca foi alcançado para dar uma solução a todas, absolutamente todas as deficiências materiais que o ser humano sofre.

As soluções tecnocráticas, obviamente, não constituem as esperadas porque, nas palavras de Heidegger, a Ciência não pensa e nunca chegará ao estágio da consciência.

Em virtude deles, são apreciadas racional e intuitivamente longas conjunturas que envergonham os mais indiferentes: o modelo de desenvolvimento global, na fuga da gazela, avança para outros mundos, onde a tecnologia caminha para se tornar uma entidade autônoma enquanto o homem volta a o mundo. seus passos, levando em conta a insatisfação de suas necessidades vitais.

Entendendo-o como a forma histórica que o sistema capitalista vai adquirindo na extensa sequência de extração-produção-distribuição-consumo e desperdício, as consequências multidimensionais de sua dinâmica implacável são corroboradas cotidianamente, tanto a partir do conhecimento leigo quanto do perito; amplamente conhecido e fugazmente metabolizado pelo corpo social global, guerras são provocadas, a fome é decidida, a poluição é projetada, fenômenos naturais extremos são induzidos e, acima de tudo, a engrenagem central do sistema foi instalada, ainda que pirricamente: pandemia do consumismo.

Aqui está o grande paradoxo: quanto mais específica e eficaz a pesquisa científica, mais proibido é o acesso à satisfação das necessidades básicas, porque a Ciência, em suas correntes dominantes, está orientada para a solução de questões materiais ao invés de promover os medicamentos mais escassos, isto é, reposicionar o Homem.

E uma das condições essenciais é a satisfação de suas necessidades e direitos básicos como o direito à alimentação, água, energia, direitos humanos tão elementares quanto adiados, apesar de serem apoiados e legitimados na Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas. o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais de sua Assembleia Geral: portanto, estamos testemunhando uma crise de valores civilizatórios, que restringe nosso acesso a esses direitos humanos básicos e ameaça nossa casa planetária, e ainda mais, questionando a sobrevivência do o próprio ser humano.

De todas as negações que denotam a mais miserável condição humana, é a indolência da fome, quantificada empiricamente pela Ciência e visceralmente sofrida por quase 900 bilhões, que é ligeiramente dolorosa para a maioria e repulsiva para poucos. O modelo de desenvolvimento global pode ser tão eficiente quanto perverso.

Então, existe situação problemática mais perversa do que aquela que tem todas as condições de possibilidade de solução e não é eficaz?

Existe uma abordagem científica que define um objeto de estudo denominado fome?

De que adianta abordá-lo cientificamente se a própria ciência falha ominosamente em promover sua solução? Como diria Chalmers (2000), o que é essa coisa chamada ciência que deixa de explicitar as soluções para aquele “objeto de estudo”? Não quer, não pode, não é? Who? De quais epistemologias deve ser abordado para exterminá-lo? O campo da ciência normal é o apropriado para abordá-lo com eficácia? Do chamado diálogo de saberes? Ou é o campo da epistemologia ambiental no marco da ecologia política latino-americana, por exemplo?

E a ciência, como atua para contribuir para a eliminação do flagelo?

Portanto, o objetivo do trabalho tenta aproximar a Ciência a partir da noção de campo científico entendido “como um sistema de relações objetivas entre posições adquiridas (em lutas anteriores), é o lugar (ou seja, o espaço de jogo) de uma luta competitiva. cujo desafio específico é o monopólio da autoridade científica inseparavelmente definida como capacidade técnica e como poder social, ou, se preferir, o monopólio da competência científica que é socialmente reconhecida por um determinado agente, entendida no sentido de capacidade de falar e intervir legitimamente (isto é, de forma autorizada e autorizada) em questões de ciência ”(Bourdieu, 2012, 12); Essa conceituação daria origem ao entendimento de por que o problema da fome no mundo não se resolve, pelo menos a partir da ciência.

Em virtude de buscar alternativas genuínas ao problema em questão, apresentaremos a epistemologia ambiental latino-americana como um quadro teórico possível a partir do qual começar a resolver o problema, pelo menos, a partir de sua visibilidade e de sua discussão "científica".

Estamos indo para o desafio epistemológico de dar sustento à ignomínia da fome.

2- Estatísticas que revelam e se rebelam

Esses são alguns dos dados, compilados pelo Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, que ajudam a moldar o quadro. Aclárese que según la fuente citada, hoy día hay suficientes alimentos en el mundo para que cada ser humano lleve una vida sana y productiva, lo que torna aún más urgente la necesidad de interpelar a la Ciencia para que pueda dar respuestas a lo que se presenta a seguir.

A saber:

- Cerca de 805 milhões de pessoas no mundo não têm alimentos suficientes para levar uma vida saudável e ativa. Isso é cerca de uma em cada nove pessoas na Terra.

- A grande maioria das pessoas com fome no mundo vive em países em desenvolvimento, onde 13,5% da população sofre de desnutrição.

- A Ásia é o continente com o maior número de famintos do mundo - dois terços do total. A porcentagem no Sul da Ásia diminuiu nos últimos anos, mas na Ásia Ocidental aumentou ligeiramente.

- A África Subsaariana é a região com maior prevalência (porcentagem da população) de fome. Uma pessoa em cada quatro sofre de desnutrição.

- A má nutrição é a causa de quase metade (45%) das mortes em crianças menores de cinco anos - 3,1 milhões de crianças a cada ano.

- Uma em cada seis crianças, aproximadamente 100 milhões, nos países em desenvolvimento está abaixo do peso.

- Uma em cada quatro crianças do mundo sofre de nanismo. Nos países em desenvolvimento, a proporção pode aumentar para um em cada três.

- Se as mulheres agricultoras tivessem o mesmo acesso aos recursos que os homens, o número de pessoas com fome no mundo poderia ser reduzido em até 150 milhões.

- 66 milhões de crianças em idade escolar frequentam aulas com fome nos países em desenvolvimento. Só na África existem 23 milhões.

3- A Ciência realmente existente

Para começar a tentar compreender as respostas ostensivamente insuficientes da Ciência em relação ao problema levantado, abrimos a reflexão assinalando que “A ciência tem um alto valor. Parece haver uma crença geral de que há algo especial na ciência e nos métodos que ela usa. Quando qualquer declaração, raciocínio ou investigação é rotulada de "científica", a intenção é sugerir que ela tem algum tipo de mérito ou um tipo especial de confiabilidade. Mas o que há de especial na ciência, se houver alguma coisa? O que é esse "método científico" que supostamente leva a resultados particularmente dignos de crédito ou confiáveis? " (Chalmers, 2000, Introdução).

A priori, estamos assinalando que em virtude dos resultados obtidos na decisão de erradicar a fome, a Ciência “oficial” fracassou na tentativa de gerar ferramentas genuínas orientadas para o propósito humilhante em questão.

O sonho de uma Ciência objetiva, neutra e avaliativa esvai-se rapidamente (pelo menos na tentativa de se comprometer com o combate à fome global), pois resulta da luta entre diferentes agentes com interesses conflitantes, cujo objetivo remete à conquista de posições de poder. É necessário definir o que é ciência, quais são seus métodos e a legitimidade de todos os dispositivos sociais para serem reconhecidos como tais. Portanto, quando falamos nessa perspectiva, devemos entender que “os conflitos epistemológicos são sempre, inseparavelmente, conflitos políticos” (Bordieu, 2012, 15).

Em relação ao problema analisado, podemos apontar que as pesquisas relacionadas à erradicação da fome no mundo proliferam através dos circuitos da Ciência “não oficial”, pois se falamos em Agroecologia, por exemplo, o fazemos numa perspectiva que é tanto a nível científico como sócio-político, conforme revelado pela investigação de Maria Monique Robin (2013), sobre a viabilidade que a Agroecologia pode alimentar o mundo.

A galvanização das práticas desses interesses se dá pelo papel fundamental dos discursos, da palavra, enfim, do logos, que se constitui como instância legitimadora de todo o edifício científico construído pelo Ocidente, monolítico, intransigente, ao a hora de iniciar "algum" diálogo de conhecimento.

A estratégia deliberada de negar o que não é científico segundo a Ciência normal estaria incluída no que De Souza Santos chama de epistemologia da cegueira que, concatenada com a sociologia das ausências, aspira que outra Ciência seja possível, que outros saberes sejam reconhecidos, que outras epistemologias emergem, e quando situamos historicamente essa decisão, que, como apontou Bordieu, ainda é política, o espaço geográfico-cultural é o Sul Global; sobre o casamento entre Ciência e política: em nome deste programa científico de conhecimento, transformado em programa político de ação, realiza-se um imenso trabalho político (negado porque é, aparentemente, puramente negativo) que busca criar as condições de realização e de funcionamento da "teoria" (Bordieu, 2004)

Portanto, o problema da fome é alheio à concepção do cientista neoliberal, cuja lógica é constitutivamente mercantilista; quais resultados além da equação de custo-benefício serão considerados consequências indesejáveis

Digressão: como não concordar com Bourdieu quando afirma que os problemas epistemológicos são problemas políticos? Parafraseando Weber, o cientista deve ser mais político do que nunca.

Complementando, poderíamos dizer que a fome no mundo, ignomínia da condição humana, que deveria constranger todo aquele que se gaba de ser humano e ... cientista; portanto, as clivagens a serem exploradas entre a ciência pura e a ciência servil podem ser policromáticas, mas sua essência deve ser orientada por uma Ciência humana destinada a satisfazer as necessidades viscerais do homem, como o acesso básico à alimentação.

4- Novas epistemologias emergem do Sul

E chegamos aqui, não pela aventura do próprio pensamento, que seria um ato mórbido e perverso para se desintegrar nas mais viscerais das necessidades humanas, mas porque contribuímos desde nosso espaço acadêmico, campo epistemológico e político, para tão urgente objetivo.

Portanto, é impossível pensar em avançar para a erradicação da fome nas condições do capitalismo, uma vez que, segundo o autor, o conhecimento científico tem limites intrínsecos em relação aos tipos de intervenção no mundo real que ele possibilita?

Epistemologicamente, “todo conhecimento tem limites internos e externos. Os limites internos estão relacionados às restrições às intervenções do mundo real impostas por cada forma de conhecimento, enquanto os limites externos resultam do reconhecimento de intervenções alternativas possibilitadas por outras formas de conhecimento. Por definição, as formas hegemônicas de conhecimento apenas reconhecem limites internos; portanto, a exploração dos limites internos e externos da ciência moderna só pode ser alcançada como parte de uma concepção contra-hegemônica da ciência. É por isso que o uso contra-hegemônico da ciência não pode se restringir apenas à ciência. Só faz sentido dentro de uma ecologia de saberes ”(De Souza Santos, 2010, 53)

E poderíamos acrescentar que estaria exposto o uso social da Ciência como dispositivo que esconde ou pelo menos evita, evita e é indiferente às necessidades de intervenção e transformação da realidade, especialmente no caso do acesso mais básico aos alimentos, com o que se torna uma preocupação inelutável: para que serve a Ciência se não contribui para a resolução das necessidades sociais? Que tipo de problemas você classifica acima das necessidades viscerais do ser humano? Como diria o poeta popular. "O que você vê, o que você vê quando me vê, quando a mentira é a verdade"

Retomamos e aprofundamos o papel da Ciência e indagamos, qual é o seu significado da existência senão emancipa o homem na perspectiva de ajudá-lo a satisfazer seu instinto de sobrevivência baseado na comida? Marx diria que tudo que é sólido se desvanece no ar, Bourdieu diria novamente, todo problema epistemológico é um problema político. E, portanto, absolutamente ético. A ciência disse que Heidegger não pensa. Nem se sente, como os quase 1000 milhões que todas as noites vão para a cama com gritos de violência que saem das suas mandíbulas, deliberadamente silenciados, "produzidos" silenciados.

Parafraseando a brincadeira que as crianças de ontem fizeram e que se referia ao lobo mau, a partir deste supostamente desafiador lugar de reflexão, dizemos: A ciência está aí? O oficial, certamente não.

5- O pensamento ambiental latino-americano pode?

Iniciamos esta seção reproduzindo a pergunta que a introduz e ainda mais: pode o pensamento ambiental latino-americano contribuir com conhecimentos para erradicar a fome?

Podem a racionalidade e a complexidade ambiental, a construção de saberes situados, a reapropriação da natureza, a descolonização dos saberes, iniciar um diálogo genuíno entre eles, construir um conhecimento sintético que recupere o melhor das tradições críticas e desafie a ciência normal que deu ampla evidência de ter sido burocratizado na hora de resolver o mais visceral dos direitos humanos, o direito-obrigação da alimentação diária?

A resposta não passaria pela possibilidade de construir epistemologia a partir do voluntarismo, mas sim de forma a efetivamente apresentar uma alternativa que envolva todo conhecimento e chegue à erradicação. É possível? É possível dentro do quadro da premissa Bourdieuiana que sustenta que todo conflito epistemológico (ou como construir conhecimento para enfrentar a fome) é um conflito político (ou como distribuir recursos para mitigar o flagelo)

E na companhia da eliminação da fome se corporifica uma ética para a vida, com a qual a ciência / epistemologias / conhecimento deve se permitir ser percorrida por essa ética, pois para que a Ciência carregue sua condição com dignidade deve ser ética e direcionar suas investigações ao coisa mais preciosa: a vida. Ou, pelo menos, priorize as questões a serem tratadas.

Porque antes de mais nada é uma questão de ética. Da ética da vida.

E para que tudo isso seja pensado, é fundamental que se tenham satisfeitas as necessidades mais vitais, como a alimentação.

A pergunta a ser respondida seria a seguinte: Por que o pensamento ambiental latino-americano poderia se tornar uma resposta viável?

Vejamos: “porém, a solução não está numa ética da frugalidade e do tempo livre, mas numa reorientação da vontade de gerar novos processos emancipatórios e na construção de um novo paradigma produtivo baseado na produtividade ecológica, nos valores culturais, nos significados subjetivos e criatividade humana. A construção de um novo paradigma produtivo baseado em princípios e bases da racionalidade ambiental implica uma estratégia de desconstrução da racionalidade econômica por meio de atores sociais capazes de mobilizar processos políticos que levem a transformações produtivas e do conhecimento para o alcance dos propósitos da sustentabilidade., E não por meio de regras. que pode ser imposto ao capital e aos consumidores para reformar a economia ”(Leff, 2004, 191)

E aqui estaria baseada a resposta: a construção de novas racionalidades que incorporem o que naturalmente deve ser, isto é, aquela racionalidade que tem como finalidade primeira a satisfação das necessidades alimentares básicas. A racionalidade instrumental, hegemônica nas tarefas da crematística e do produtivismo, contorna deliberadamente a solução da fome e, ao contrário, cativa os mercados para continuar a "maximizar os lucros". Perverso.

E todo esse paradigma que surge da desconstrução do paradigma dominante não pode ter fim superior ao da emancipação inicial do ser humano, ou seja, a satisfação de suas necessidades viscerais.

Como os primeiros homens usaram a mãe natureza de forma simétrica e harmoniosa, ela estará novamente e redefinindo o tipo de relação, aquela que nos permite colher seus frutos para reapropriar nosso ser, em termos de construção cultural e subjetiva a partir das pulsões alimentares.

O problema da fome é a emergência da crise civilizacional, ambiental e epistemológica, dinamizada pela referida relação assimétrica com a natureza; o outro, os outros, a indolente razão logocêntrica, o saber invisível, todos eles dialogando para chegar à essência do ser: seus estômagos satisfeitos. Isso é emancipação.

6- Para começar a reepistemologizar

Porque estamos a assistir a uma crise ambiental, uma síntese perfeita da crise do modo de produção capitalista, o saber que poderia dar uma solução aos mais diversos problemas é intencionalmente ignorado, pelo que se conclui temporariamente que o que se sabe não é realidade ou realidade, menos, é uma parte dela, o que não inclui problemas ignominiosos como a fome.

“A crise ambiental é uma crise de civilização produzida pela ignorância do conhecimento. O conhecimento não representa mais a realidade; pelo contrário, constrói uma hiper-realidade na qual se reflete. (Leff, 2006, 59); Então, como você “inclui” o conhecimento na realidade? De que maneira? Aceitar que os interesses que apóiam a Ciência não são os interesses da maioria, mas sim de corporações que a utilizam para aumentar sua voracidade por novos mercados. Novamente, lembramos a máxima de Bourdieu de que os problemas epistemológicos são políticos; o meio ambiente, longe de ser entendido como oikos, passa a ser o campo político onde os interesses são resolvidos nos conflitos que constituem o modo de produção dominante.

“O conhecimento ambiental revive a questão das lutas sociais pela apropriação da natureza e pela gestão de seus modos de vida; de estar no tempo e saber na história; de poder no saber e a vontade de poder que quer saber ”. (Leff, 2006, 62)

E os caminhos alternativos poderiam partir do pensamento ambiental latino-americano como de qualquer uma das epistemologias do Sul, já que a fome constitui a marca mais miserável da relação dialética Norte-Sul; Claro, sua condição de pensamento situado

permite identificar o Sul como um coletivo geocultural que busca a construção epistemológica como parte da sequência de sua emancipação alimentar.

Se a sustentabilidade não começa por silenciar os gritos da fome, não teria por que ser, como a Ciência que, ao se esforçar para prolongar a esperança de vida, deixa de consolidar a satisfação básica no terno e esquecido inícios dela, aqui no geografias do sul; geografias com epistemologias e vocação transformadoras e com vozes prontas para gritar alto o suficiente para serem ouvidas.

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