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A horta escolar: a revolução na escola

A horta escolar: a revolução na escola


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O mundo em um clique não pode inundar as salas de aula. Favas, tomates, couves, cebolas, morangos têm um crescimento lento e harmonioso. É por isso que são tão bons e nos fornecem tantos nutrientes. Quando o crescimento de uma planta é acelerado, o resultado é muita água, com poucos nutrientes.

Direito à alimentação de qualidade

E mais e mais pessoas se preocupam com sua dieta. Mas ... já sabemos que a alimentação é um direito universal? E não qualquer dieta: uma dieta de qualidade que nos nutre, não que nós o alimentamos. É por isso que você tem que falar alto e bom som e torná-lo conhecido, é por isso que você tem que quebrar os tabus. Entre nas cantinas da escola e grite bem alto: "Que menu de qualidade pode valer 2,5 €?" E grite bem alto que trabalhar a terra não é ser escravo dela, mas um luxo ao alcance de poucos, que os fazendeiros são os guardiães de nossa saúde, os jardineiros de nossa paisagem, que devemos pagar um preço justo pela comida e que o gasto com alimentação não deve ser o primeiro a ser reduzido em tempos de crise, porque é um compromisso com a nossa saúde.

A escola desempenha um papel importante, mais do que nunca, quando a sociedade se perde. Apesar de todos os obstáculos, deve recuperar o protagonismo, a orientação, o acompanhamento das crianças para torná-las cidadãs autônomas, críticas e respeitadoras do mundo que as rodeia.

Horta escolar: a ferramenta global

A horta escolar como projeto é uma excelente ferramenta. O pomar entra plenamente nessa visão de competência que o sistema educacional nos pede. Que competição fica de fora? Competição científica? O artístico? Linguística? Autonomia pessoal? Competição de cidadãos? … Que área deixamos de fora do estudo e da análise? Matemáticas? Ciências Sociais? Ciências Naturais? Música? Tecnologia? Que idade pode ser excluída? Os meninos e meninas de 3 anos? Os de 10 anos? Os de 16 anos?

A família pode participar. Pode ser uma excelente porta de diálogo entre professores e mães e pais. Os avós recuperam destaque e fornecem conhecimento. Os imigrantes não se sentem excluídos e até têm um trabalho de jardinagem mais perto dos nossos filhos.

O jardim entrou nas escolas e provocou uma revolução. É um lugar seguro onde meninos e meninas podem vivenciar diretamente com a vida, com a natureza. Onde eles ainda podem desfrutar da conexão que, como espécie animal, temos com a terra que é nossa casa. O sucesso foi garantido.Ecoportal.net

Por Montse Escutia
Jardins educacionais
http://huertoseducativos.org


Vídeo: História da discriminação racial na educação brasileira Silvio Almeida Escola da Vila 2018 (Pode 2022).