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Poluição eletromagnética: o perigo invisível

Poluição eletromagnética: o perigo invisível


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Por Pedro Burruezo

O assunto é sério, muito sério. Pesquisando sobre esse assunto, me deparei com muitos textos institucionais que questionam a segurança de, por exemplo, ter wi-fi em casa ou na escola de seus filhos. Ou morar perto de uma estação de telefonia móvel. Ou ficar com o celular ligado, na mesinha de cabeceira, até você acordar. Por outro lado, não menos estudos científicos fornecem evidências muito significativas dos danos que estão ocorrendo à saúde das pessoas devido à exposição irresponsável a todos os tipos de ondas eletromagnéticas para as quais a evolução não nos projetou. Os bebês são os mais vulneráveis, porque têm uma camada craniana muito fina e um sistema imunológico ainda em desenvolvimento. Enquanto isso, a grande indústria olha para o outro lado, nega as evidências, paga por estudos falsificados e chama aqueles que fornecem evidências rigorosas de "loucos e esclarecidos".

A evidência da nocividade dessa invasão eletromagnética já começa a ser percebida. Por exemplo, mais e mais pessoas sofrem de eletro-hipersensibilidade. Um deles é Minerva Palomar, um dos primeiros afetados em nosso país. Em entrevista a esta edição especial, Minerva explica como tudo começou e como essa nova patologia mudou sua vida. A revista não só alerta sobre as consequências da exposição a antenas de todos os tipos, wi-fi, celulares ... mas também nos informa sobre possíveis soluções.

Claro que, como passou a ser regra da casa, O Ecologista não detesta chamar as coisas pelo nome ... Nesse sentido, destacamos que o Dr. José Luis Bardasano destaca que “estudos epidemiológicos correlacionam a exposição ao CEM e ao incidência de câncer ”. Outros especialistas, na mesma questão, dizem a mesma coisa. O peso da evidência é muito grande. Como é possível que a mídia de massa não fale sobre essas coisas? Enquanto isso, horas e horas na TV são dedicadas a falar sobre temas e histórias que fazem sentir vergonha.

Mas vamos encerrar o assunto. E se essa nova dobra eletromagnética estivesse preparando o terreno para as máquinas que nos substituirão quando a inteligência artificial conseguir começar a dispensar nossa tutela? Não seriam essas redes invisíveis a estrutura comunicativa de máquinas e robôs que precisarão se mover independentemente quando nossa presença na Terra começar a ser ainda mais vulnerável do que é hoje? Além disso, vários colunistas do The Ecologist ecoam alguns pensadores que já começam a falar sobre isso, incluindo o próprio Stephen Hawking, muito pouco desconfiado de luditas, aliás.

Em suma, a polêmica está resolvida. Informe-se sobre isso. É mais sério do que parece. Então não diga que ninguém lhe contou.

O ecologista



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