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Zika vírus e mosquitos OGM: coisas que eles escondem de você e que você deve saber

Zika vírus e mosquitos OGM: coisas que eles escondem de você e que você deve saber


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O Zika, cuja existência é conhecida há décadas, se tornaria assim a cobertura perfeita para evitar o encarecimento das responsabilidades derivadas dos danos causados ​​pelo consumo monstruoso de agrotóxicos altamente tóxicos no Brasil.

Em seu terceiro artigo sobre Zika, Rappoport concentra sua atenção em uma das possíveis causas dos inúmeros casos de crianças nascidas com lesão cerebral e microcefalia no Brasil.

E verifica-se que outra das potenciais causas desses danos são os mosquitos geneticamente modificados que já foram soltos no Brasil em 2012, com o objetivo de dizimar a população de mosquitos transmissores da dengue, zika, febre amarela e chikungunya.

Os mesmos mosquitos geneticamente modificados com os quais agora nos dizem que querem "consertar o problema".

Como nos contam na RT: “Desde o primeiro momento surgiram preocupações com a liberação desses mosquitos geneticamente modificados sem ter feito mais estudos sobre os possíveis efeitos colaterais”.

"É uma abordagem muito experimental que ainda não foi bem-sucedida e pode fazer mais mal do que bem", advertiu a Dra. Helen Wallace, diretora do instituto GeneWatch, em 2012 em declarações ao "The Guardian".

Os primeiros casos de Zika em humanos foram documentados no Brasil em maio passado, estimando-se que 1,5 milhão de pessoas estejam infectadas atualmente.

Os críticos da empresa Oxitec, produtora desses mosquitos geneticamente modificados, lembram que a área em que os mosquitos transgênicos OX513A foram soltos é a mesma onde começou a disseminação do vírus.

E é, de fato, a mesma região do Brasil (Juazeiro), onde a maioria dos defeitos congênitos já são relatados.

Desde o início do surto, mais de 4 mil casos de bebês nascidos com microcefalia foram registrados no Brasil desde outubro passado.

Tudo isso deve ser considerado uma pista crucial para os cientistas e deve ter sido a primeira coisa que a mídia indicou, ao invés de contribuir para a paranóia em relação a um vírus, o Zika, para o qual não há provas científicas de que cause microcefalia.

Mas vamos falar um pouco sobre a empresa Oxitec, que liberou esses mosquitos transgênicos.

Para começar, é preciso destacar que a Oxitec conta com a ajuda de Bill Gates para realizar seus experimentos, o que para pessoas devidamente informadas sobre as verdadeiras intenções eugenistas de Bill Gates, é um péssimo sinal.

A Oxitec é propriedade da Intrexon, que pertence ao bilionário Randal J Kirk.

A Intrexon está desenvolvendo tecnologia que usa biologia sintética, ou engenharia biológica, para fazer "descobertas" em vários campos, de produtos farmacêuticos a plantas e animais geneticamente modificados. A empresa tem acordos de desenvolvimento com a AquaBounty, que por sua vez produz salmão geneticamente modificado.

Recorde-se que a principal polémica que rodeia a produção de plantas e animais geneticamente modificados é que não existe um estudo independente rigoroso que garanta que são seguros para o consumo e que não terão efeitos negativos no ambiente.

Como Jon Rappoport aponta, a Intrexon tem o famoso Dr. Sam Broder como vice-presidente do setor de saúde.

Por seis anos, Broder foi o Diretor do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, onde foi fundamental para promover a droga para a AIDS, o AZT. Esta droga, que inicialmente falhou nos tratamentos de quimioterapia, foi tomada novamente e passou por um ensaio clínico infestado de escândalos, que levou à sua aprovação pelo FDA (US Food and Drug Administration).

De acordo com Rappoport, o AZT é extremamente tóxico. Impede que as células humanas se repliquem e suprime o sistema imunológico, ou seja, o mesmo sistema que a AIDS supostamente deveria estar atacando.

Em 28 de novembro de 2011, a Intrexon deu as boas-vindas a dois novos executivos para o conselho de diretores da empresa: Robert B. Shapiro e Jeffrey B. Kindler.

Shapiro foi o ex-CEO da Monsanto e da NutraSweet (fabricante do polêmico aspartame, um adoçante altamente tóxico encontrado em muitos refrigerantes).

Por sua vez, Kindler foi o ex-CEO da gigante farmacêutica Pfizer e vice-presidente executivo e conselheiro geral do McDonald’s.

Ou seja, pessoas "de toda confiança no campo da saúde pública", relataram nada mais e nada menos que:

  • Com a comercialização do herbicida cancerígeno Roundup da Monsanto
  • Aspartame tóxico, que causa obesidade, síndrome metabólica e câncer
  • O antiinflamatório Bextra (valdecoxib), vinculado a reações alérgicas graves e infartos em pacientes e que fez com que a Pfizer pagasse multa de 2,3 bilhões de dólares por conduta criminosa ao comercializá-lo ...

E claro:

  • Comida lixo do McDonald's, que causou tantos danos à saúde por várias gerações.

Essas pessoas, com "um currículo tão marcante", estavam encarregadas de dirigir a empresa Oxitec quando os mosquitos geneticamente modificados foram liberados para combater a dengue ... sem comentários.

Em um artigo publicado no Activist Post, Claire Bernish revela uma conexão pouco conhecida entre os mosquitos e os antibióticos usados ​​na indústria pecuária.

Lembre-se que a hipótese científica que justifica o uso de mosquitos geneticamente modificados estabelece que o mosquito macho transgênico irá inseminar fêmeas naturais, mas nenhuma geração real de mosquitos proliferará além da fase larval, devido aos genes modificados.

Mas, como Claire Bernish afirma em seu artigo: “De acordo com um documento não classificado da Comissão da Diretoria de Comércio e Agricultura do Brasil, datado de fevereiro de 2015, o Brasil é o terceiro maior consumidor de tetraciclina, um antibiótico fornecido aos animais por meio da alimentação.

Como explica um estudo da American Society of Agronomy: "Estima-se que aproximadamente 75% dos antibióticos não são absorvidos pelos animais e são excretados nos resíduos"

Um dos antibióticos especificamente mencionados naquele relatório por sua persistência no meio ambiente é justamente a tetraciclina, que pode ser encontrada no solo, em águas superficiais e em alguns alimentos.

E qual é o efeito final?

Um documento interno confidencial da própria Oxitec divulgado em 2012 esclarece isso: A Oxitec reconhece que até 15% das larvas podem sobreviver.

A que conclusão tudo isso leva?

Bem, nós temos mosquitos geneticamente modificados liberados no meio ambiente, que deveriam se extinguir, mas na realidade, e devido à contaminação de alimentos e água pelo antibiótico tetracilina, eles poderiam sobreviver em sua fase larval, causando o nascimento de gerações de mosquitos descendem de mosquitos normais e mosquitos geneticamente modificados.

Mosquitos, que por sinal, são vetores não só da dengue, mas também do zika.

Alguém estudou quais os efeitos que a picada de um desses mosquitos híbridos recém-criados pode ter na saúde humana?

A resposta é clara e contundente: A NO BROKEN.

Pois bem, se levarmos em conta que a epidemia de casos de microcefalia ocorre justamente na mesma região do Brasil onde esses mosquitos foram liberados, encontramos uma possível relação de causa-efeito que ninguém parece querer levar em conta.

Os mosquitos geneticamente modificados liberados pela Oxitec com o apoio das autoridades brasileiras seriam a causa desses terríveis efeitos e do próprio surto de casos de Zika?

O próprio Zika vírus está sendo usado como uma cobertura para esconder as verdadeiras causas da epidemia de casos de microcefalia entre os recém-nascidos?

O que está claro é que NÃO há uma única evidência científica ligando o vírus Zika aos 4.000 casos de microcefalia que surgiram no Brasil desde outubro. Nem mesmo um.

Nem há nada que justifique que após 60 anos de conhecimento da existência do vírus Zika, tal surto epidêmico ocorra repentinamente e surjam efeitos até então desconhecidos e nunca antes relatados.

A única diferença entre agora e décadas atrás é a evidente coincidência temporal e física entre o surgimento desses casos de microcefalia e o consumo recorde de agrotóxicos altamente tóxicos no Brasil deste último, a aplicação da vacina Tdap em gestantes brasileiras (iniciada em 2014 contra os avisos dos próprios fabricantes) e a liberação de mosquitos geneticamente modificados da empresa Oxitec e a mais do que provável criação de mosquitos híbridos cujo efeito sobre o meio ambiente e a saúde humana é absolutamente desconhecido.

Por que, diante de tais evidências, a mídia continua a repetir obedientemente a versão oficial maluca da OMS que não se baseia em nenhuma evidência científica e evita falar sobre esses sinais óbvios?

Onde estão os jornalistas, essas pessoas que passam 4 anos estudando em uma faculdade e que deveriam comunicar a verdade sobre os fatos à população?

Como é possível que nenhum deles veja o elefante na sala?

O que está claro é que se a epidemia de casos de microcefalia fosse causada por pesticidas, vacinas ou mosquitos geneticamente modificados, as grandes empresas enfrentariam indenizações e multas multimilionárias.

Porém, se for culpado um vírus (que já existia há muito tempo e ao qual ninguém prestava atenção por ter uma incidência menor), as grandes empresas podem continuar com seus negócios e até expandi-los, fornecendo supostas soluções para a epidemia, no forma de vacinas e a liberação de mais mosquitos geneticamente modificados, sempre com o apoio daquela entidade mafiosa a serviço das grandes potências econômicas chamadas OMS.

E não se trata apenas de negócios e de ganhar quantias indecentes de dinheiro.

Também estamos enfrentando uma grande manobra de manipulação social em larga escala.

Estão sendo lançados os alicerces do mundo do futuro, uma ditadura tecnocrática em que todos estaremos sujeitos aos desígnios dos novos sacerdotes, que não mais usarão mantos, mas mantos brancos e aos quais devemos obedecer cegamente porque eles são os portadores da "verdade absoluta mais indiscutível".

Eles serão a face mais visível do poder e da autoridade no novo regime e ditarão o futuro das populações e dos indivíduos.

Esses neo-padres assumirão múltiplas formas: serão médicos, físicos, químicos, biólogos ou economistas.

Quando decretam "epidemia" todos devem ser vacinados, quando decretam que algo é "doença" todos devem tomar remédio contra ela, quando decretam "crise" todos devem apertar o cinto e parar de consumir ou aumentar o consumo, conforme o caso.

Agora eles estão nos acostumando a obedecê-los, ano após ano, por meio de mil e uma campanhas de terror infundado que os apresentam como a única linha salvadora que nos separa do desastre ou mesmo do apocalipse.

Alguém notou que há alguns anos, a cada temporada, surge uma nova doença da moda com capacidade de se tornar uma “epidemia global”?

Gripe aviária, SARS, influenza A, gripe suína, MERS, Superbugs, Ebola e agora Zika ...

O vírus Zika não está apenas sendo usado como mais do que uma possível cobertura para esconder os efeitos indesejáveis ​​causados ​​por grandes empresas (se não foi causado voluntariamente), mas também faz parte de uma agenda de longo prazo.

Alguém está disposto a ver o elefante na sala?

Fontes:
Https://jonrappoport.wordpress.com/2016/01/30/zika-genetically-engineered-mosquitoes-causing-smaller-heads/
Http://deliriousheterotopias.blogspot.de/2016/01/zika-mentiras-y-cintas-de-video.html
Http://www.globalresearch.ca/genetically-modified-mosquitoes-released-in-brazil-in-2015-linked-to-the-current-zika-epidemic/5504505
Http://www.globalresearch.ca/zika-outbreak-epicenter-in-same-area-where-gm-mosquitoes-were-released-in-2015/5504486
Http://www.activistpost.com/2016/01/zika-outbreak-epicenter-in-same-area-where-gm-mosquitoes-were-released-in-2015.html
Https://actualidad.rt.com/actualidad/198326-mosquito-modificado-geneticamente-seria-causa

O Robô Pescador


Vídeo: AEDES AEGYPTI. DOENÇAS TRANSMITIDAS PELO MOSQUITO. BIOLOGIA (Pode 2022).


Comentários:

  1. Holmes

    delírio

  2. Tataxe

    Tse tudo ......., Ale Duzhe é engraçado

  3. Glyn

    I agree with you, thank you for an explanation. As always, all just brilliant.

  4. Azi

    Frase muito engraçada

  5. Plexippus

    Eu acho que esse é o erro. Eu posso provar.

  6. Magahet

    Por mim, esta não é a melhor variante



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