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A França concederá bolsas a todos aqueles que decidirem pedalar para trabalhar

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Por Valeria HiraldoValeria Hiraldo

A iniciativa correu o mundo e despertou suspiros de inveja entre os ciclistas de outros países: 18 empresas na França lançaram um programa piloto com base no qual os trabalhadores que pedalassem para o trabalho receberiam 25 centavos de euros por cada quilômetro percorrido.

Isso nos economiza tempo e dinheiro, nos engorda e também clareia nossas mentes. E não só, é a rainha de qualquer cidade que aspira a ser moderna e sustentável. Hoje, Dia Mundial Sem Carro, homenageamos a bicicleta e a reivindicamos em nossas ruas, ecoando um fenômeno de alcance global. É sobre Massa Crítica e é, simplesmente, um grupo de ciclistas que, uma vez por mês, circulam em grupos pela cidade com o objetivo de celebrar a cultura da bicicleta e reivindicar o direito dos ciclistas de dividirem as ruas com os demais dos usuários.

O Manifesto Holstee:

A experiência francesa foi um sucesso: no total, dobrou o número de trabalhadores que decidiram mudar a forma de trabalhar. 19% dos que o faziam de carro mudaram para o ciclismo e 54% deixaram o transporte público pelos pedais, segundo relatório da Agência de Meio Ambiente e Controle de Energia (ADEME). Os trabalhadores economizaram até 300 euros por ano. E em outros países, como a Itália, medidas semelhantes foram postas em prática.

Quando as pessoas andam de bicicleta, grandes coisas acontecem. Na PeopleForBikes, acreditamos no poder de um passeio de bicicleta para virar o seu dia. Da próxima vez que você tiver um dia ruim - ou mesmo um dia normal - suba na bicicleta e melhore seu humor. Faça um passeio de bicicleta.

Agora, o governo francês deu um passo além e transformou essa iniciativa em lei, coincidindo com a celebração da Cúpula do Clima (COP21). “O reembolso vai até 200 euros por ano, que as empresas podem deduzir das contribuições sociais”, explicou a ministra da Ecologia, Ségolène Royal.

A quantia de dinheiro finalmente fixada, notavelmente menor que a anterior, indignou alguns grupos de ciclistas. “Quando o transporte é responsável por 27% das emissões de gases de efeito estufa na França, é ultrajante que esse retrocesso tenha sido dado em meio à COP21”, explicou a Federação Francesa de Usuários de Bicicleta (FUB). Outros ciclistas, porém, apontam que a generalização da medida é uma boa notícia, pois vai estimular cada vez mais as pessoas a darem o passo da bicicleta para se deslocarem de bicicleta para o trabalho.

O sistema tributário francês já permite que as empresas paguem metade do passe do transporte público aos seus funcionários e deduzam esse valor das contribuições sociais, mas algo assim não existia para a bicicleta.

Cyclosphere


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