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Relatório: As piores barragens, mineração e empresas de petróleo financiadas pelo Banco Mundial

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O texto analisa alguns dos piores projetos extrativos e energéticos financiados por essas instituições.

Essas iniciativas socioambientais de alto risco nunca teriam se materializado sem o seu apoio, pois não teriam obtido o financiamento necessário.

Entre 1993 e 2001, a IFC forneceu financiamento para 33 projetos de mineração no total de US $ 681 milhões.

Alguns dos mais questionados foram Omai na Guiana, Yanacocha e Antamina no Peru, Bajo La Alumbrera na Argentina, Marlin na Guatemala e Loma de Níquel na Venezuela.

Nas últimas décadas, o Banco Mundial tem sido um dos principais financiadores de grandes barragens. Embora forneçam energia barata e água limpa, também deixam um vasto legado de devastação ambiental.

Entre as piores barragens financiadas pelo Banco Mundial estão Yacyretá na fronteira entre o Paraguai e a Argentina, Agua Zarca em Honduras, Sardar Sarovar na Índia e Chixoy na Guatemala.

Segundo a organização Convoca.pe, nos últimos 21 anos o Banco Mundial-FMI financiou projetos no valor de US $ 2.217 milhões no Peru e os principais setores beneficiados pelos empréstimos foram o financeiro (38%) e os hidrocarbonetos e a mineração (29%).

No setor de hidrocarbonetos, a IFC financia pelo menos duas empresas que violam os direitos dos povos indígenas na Amazônia peruana: Hunt Oil e Maple Energy.

A reimpressão pode ser baixada em formato PDF (1 MB, 6 páginas) no seguinte link

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